Evolução da Internet e do Comércio Virtual

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Há muitos benefícios em levar-se um negócio para internet. Um website pode oferecer personalização, serviço de alta qualidade ao cliente e um melhor gerenciamento de informações entre empresas, consumidores e fornecedores, mas ainda existe uma barreira para que algumas empresas invistam em projetos on-line e digitais, devido a falta de informação, pelo medo de não saber se o investimento terá retorno, levando a uma pergunta: A Internet vende? E a resposta é “não”, a Internet não vende, mas as pessoas compram cada vez mais por meio dela. Devido às facilidades que a internet traz às pessoas que tiram proveito das utilidades que ela oferece, com uma série de facilidades e opções de se conseguir aquilo que se busca com menos esforço, mais agilidade, menos tempo e mais informação.

As empresas que optam por expandir seus negócios através do meio virtual, ou on-line, conseguem atingir um mercado maior, prospectanto clientes de regiões mais distantes da sua área de atuação, conseguem interagir e mostrar seus produtos e serviços, bem como a imagem da empresa para clientes e fornecedores com maior facilidade.

o Brasil já temos uma demografia onde se constata que os usuários da Internet são os mais difíceis de se atingir através de outras mídias e que clientes de outros países buscam novas opções de fornecedores de outras regiões nacionais e do mundo via internet. O que torna a grande rede um meio de alavancar novos negócios.

A internet evolui pelo tempo passando por várias fases:

Fase I -1996 a 1999 - Fase da Presença - Foco institucional sobre serviços. Nesta fase a preocupação era de estar presente na web sem se preocupar com os motivos. Onde existia a visão que aquilo era o futuro mas ninguém sabia exatamente como, e as empresas só não queriam ficar para trás.

Fase II - 1997 a 2000 - Fase da Interação - Intranet e pesquisas. Neste período as empresas começaram a perceber que a internet se tornava uma ferramenta útil para pesquisa de qualquer tipo. E mais, que poderiam levar a disponibilizar informações internas a todos os funcionários uma rede menor, a chamada intranet, que disponibiliza informações, documentos, requisições e todo o tipo de funcionalidade a fim de facilitar os processos internos.

Fase III - 1998 a 2003 - Fase da Transação - Extranets e portais. Como já era possível na fase anterior perceber as facilidades adquiridas e os resultados alcançados, as empresas começam a investir em Extranets, que disponibilizam informações a usuários cadastrados na mesma idéia da intranet, mas agora podendo acessá-las de qualquer lugar, tendo somente um usuário e senha para isso.

Fase IV - 2000 a 2005 - Fase da Transformação - E-business, CRM e B2B. O investimento pelas empresas nesta fase só é feito tendo um bom plano de Retornos e Investimento com constante a comprovação de resultados ou corte do projeto.

Atualmente, a internet e o comércio na internet seguem conceitos das fases anteriores mas com foco em resultados.

Da fase I, tiramos o conceito de que temos estar presentes na internet, empresas de todos os portes ou mesmo profissionais e estudantes com seus blogs. Pois muitas vezes, o site se torna o primeiro contato, na busca de informações, principalmente quando o internauta chega até o site por mecanismos de busca, como o Google.

Da fase II e III, temos o surgimento da “funcionalidade”, onde empresas e instituições querem sites ou mesmo sistemas web interligados a eles.

Self-service on-line, onde representantes fazem pedidos de produtos as indústrias e os mesmos já são lançados nos sistemas de gestão e analisados pela equipe de Planejamento e Controle de Produção. Faculdades disponibilizam sistemas para seus alunos fazerem o download dos materiais usados em aula, na inscrição do vestibular, na rematrícula e até fóruns para discussão. Entre outros casos, a “funcionalidade”, diminui custos para as empresas e instituições pois diminui o fluxo de trabalho operacional ao mesmo tempo que agiliza as respostas decorrentes das necessidades dos usuários.

Da fase IV até os dias atuais temos o surgimento de várias facilidades. como os webservices e mashups, onde aproveitamos recursos de outras aplicações para gerar um site com diversas funcionalidades, sem a necessidade real de ter que escrever / reescrever infindáveis linhas de código.

Com esta análise podemos perceber enfim que a roda não foi reinventada apenas adaptada a novas necessidades e evoluiram em segurança, facilidade, cooperação, conhecimento, metodologia e até por que não em paradigma.

Por isso, é fascinante comprovar que os projetos de internet dão RETORNO sobre o Investimento e na medida em que as empresas vão conseguindo ter esta comprovação, investem racionalmente e com a confiança de estar tendo um retorno real e numericamente comprovado.

Cuidados nas compras pela internet podem evitar transtornos

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Esta semana fiquei muito feliz ao receber a visita da jornalista Marlize da Silveira, do Jornal Semanário, de Bento Gonçalves, a qual procurava dicas e maiores informações sobre como realizar compras seguras na internet. Conversamos mais de uma hora, sobre diversos aspectos, pena que grande parte dos detalhes não foram publicados. Compreensível pelo espaço reduzido. De qualquer forma, deixo publicado aqui meu agradecimento por ter confiado nas informações que lhe foram passadas.

Abaixo o texto publicado na edição do Jornal Semanário de 06 de Fevereiro de 2008.

Recorte do jornal

Modalidade vem ganhando adeptos em todo o país, mas requer cautela do consumidor para evitar prejuízos

É cada vez maior o número de consumidores que realizam compras em lojas virtuais. Os adeptos vêem como vantagens, além do preço, muitas vezes reduzido, a facilidade de adquirir o produto sem sair de casa. Mas é preciso estar atento à idoneidade do fornecedor.

Alguns cuidados podem auxiliar na hora de realizar uma escolha segura. Certificados digitais, dados criptografados e avaliações de outros compradores a respeito dos vendedores e dos produtos podem ser ferramentas para a escolha certa do site em que realizará a compra.

O professor de webdesign, Carlos Alberto Tristacci, acompanha o crescimento da rede de como ferramenta de vendas. “Cerca de 70% dos usuários procuram por produtos ou serviços na internet”, diz. Para ele, navegar não é arriscado, mas sim a finalização da compra, quando o cliente fornece dados pessoais.

Para realizar uma transação com segurança, é importante verificar se há certtificação digital - ’selos’ constantes nas páginas. Também o cadeado que aparece nas áreas de acesso restrito, comprovam que o site está protegido por criptografia - os dados são mesclados com códigos - indicada ainda pelo ’s’ ao final do ‘http’.

Conforme Tristacci, ao utilizar páginas para pesquisa de preços, é importante verificar as avaliações das lojas, ler o que os clientes escreveram sobre a empresa e o bem adquirido. Para as lojas pouco conhecidas, verificar se há telefone, e-mail e formas de contato para solucionar possíveis problemas. No entanto, o professor não indica que se descarte uma empresa apenas por não conhecê-la. Informar-se sobre disponibilidade do produto, políticas de entrega, forma de transporte, trocas e devoluções podem colaborar para uma transação tranquila.

Segundo o coordenador do Procon de Bento Gonçalves, Clóvis Antônio Bedina antes de efetuar uma compra virtual, é preciso verificar se a empresa é idônea. Para isso, ele aconselha a confirmação de dados como endereço, número do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), inscrição municipal, além de buscar nos sites dos Procons das grandes cidades por registros e reclamações.

De acordo com Bedina, umas das principais queixas dos consumidores é de não conseguir cancelar o pedido. Nesse caso, a pessoa deve procurar o auxílio do órgão para intermediar a negociação, uma vez que a legislação prevê prazo de sete dias para a desistência da compra. Em relação ao pagamento da compra, ele desaconselha o depósito adiantado.

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