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Uma das coisas mais importantes como profissional é estar atento não apenas a informações diretamente ligadas ao trabalho do dia-a-dia. Mas a tudo que esteja relacionado a vida profissional. Por isso, leio assuntos relacionados a carreira, mercado e negócios, além dos assuntos diretamente ligados ao meu trabalho.

Esta semana lendo a revista Você S/A encontrei este artigo, escrito por Françoise Terzian.

Espero que gostem e aproveitem as dicas, da mesma maneira.

Saiba como usar a vitrine da internet para construir uma imagem pessoal positiva.

A internet é uma vitrine. Escreva seu nome no Google e confira o resultado: surge um rastro digital feito de listas de aprovação em concursos, comentários em salas de bate-papo, resultados de competições esportivas e fotos. A web registra pedaços de sua vida em forma uma imagem virtual. As empresas de recrutamento já descobriram isso faz tempo.

A consultoria americana Michael Page, que tem escritório em São Paulo, desenvolveu, por exemplo, uma ferramenta de busca própria, voltada para encontrar informações de profissionais na web. É impossível controlar tudo o que sai publicado na internet. Mas é possível aumentar a relevância de uma parcela das informações. Confira as sugestões e use a rede a seu favor.

CRIE UM BLOG

Um blog profissional, que discuta temas pertinentes ao trabalho, dá um toque de credibilidade à imagem de seu criador. “Um blog amplia a exposição do autor. As chance de o nome aparecer numa pesquisa aumenta e favorecem o profissional. Desde que o conteúdo tenha qualidade, relevância e português sem erros”, dis Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI da Michael Page. Mas, atenção: mantenha o site atualizado. Caso contrário, você vai passar a imagem de desorganização.

- Relevância - Há mais de 120 milhões de blogs na web. Ser criativo não é fácil.

SEJA NATURAL

Evite criar uma imagem altamente positiva. Trata-se de um erro facilmente percebido por headhunders e recrutadores. Ninguém é perfeito, e demonstrar humanidade, acredite, pode contar pontos a seu favor. As empresas valorizam candidatos autênticos. Portanto, seja transparente. Não minta nem omita. Tenha apenas bom senso. “Não faça na internet algo que você evitaria fazer no mundo real”, diz Fernando Mantovani, gerente do escritório de São Paulo da consultoria de recrutamento Robert Half.

PUBLIQUE CONTEÚDOS PERTINENTES

Se tiver algo realmente a dizer na internet, diga. Se não for importante, fique calado. “Criar mais um blog ou abrir uma comunidade para não ter o que dizer é perda de tempo. Tente ser singular no conteúdo”, diz o paulista René de Paula Júnior, autor de seis blogs independentes e funcionário da área de experiência do usuário da Microsoft.

SIGA SEU RASTRO

Uma vez por mês, Marcelo Sant’iago, diretor de novos negócios da agência de publicidade digital MidiaClick, de São Paulo, entra no Google, digita seu nome e faz uma busca. É uma boa medida. Os buscadores são um termômetro para saber o que aparece sobre ele e se há alguém falando algo a seu respeito. “Encontro meu trabalho em outros sites”, diz Marcelo Sant’iago.

EVITE A IMAGEM POPSTAR

Estar presente em todos os sites de relacionamento, blogs, fotologs e comunidades da internet não é bom para a imagem. “Fazer marketing pessoal em excesso atrabalha”, diz Karin Parodi, diretora de consultoria Career Center, de São Paulo. “Evite a alta exposição”, diz Karin.

TORNE-SE UM VERBETE

Há uma série de grandes executivos com um verbete criado na enciclopédia virtual Wikipédia. Muitos foram construídos de forma neutra, enquanto outros são partidários ou subjetivos demais. Criar um para o seu nome é simples. Se alguém já criu seu perfil, você poderá alterá-lo com informações mais precisas. A dica é fazer buscas frequentes para descobrir se há novidades ou erros envolvendo seu nome.

FAÇA USO DE SUA LISTA DE CONTATOS

No Linkedin, Plaxo ou qualquer outra rede de relacionamento, é importante trazer para a vida real a lista de contatos virtuais. “Cuide da sua rede de contatos, não procuré só quando necessitar”, diz Karin Parodi, diretora do Career Center. Ou seja, mantenha contato com as pessoas fora da internet.

CORRA PARA O LINKEDIN

É conselho entre headhunters, recrutadores e executivos: o Linkedin é a ferramenta de relacionamento profissional mais poderosa da internet. Preencha cada item com o máximo possível de informações. Tome cuidado: o que vale é a qualidade dos relacionamentos, e não a quantidade. Entre os contatos conhecidos, tente fazer uma seleção de quem realmente integrará sua rede. Evite adicionar desconhecidos recomendações exageradas. “O risco de obter uma série de recomendações sem critério é cair no descrédito. O recrutador percebe e checa esse tipo de coisa”, diz Ricardo Basaglia.

SEJA DISCRETO

O Orkut é um dos sites de relacionamento mais conhecidos do Brasil e também o de maior exposição. Marcar presença em suas páginas não é ruim. Pelo contrário, pode transmitir a imagem de profissional conectado. No entanto, use o bom senso. Não vá moderar a comunidade “Eu odeio a minha empresa”. Cuidado também com fotos ousadas.

MELHORE A PESQUISA

Já ouviu falar de Search Engine Optimization (SEO)? Trata-se de uma combinação de técnicas e estratégias para facilitaa a seleção de um site pelo Google, por exemplo. Otimizado, o site salta para os primeiros lugares na lista de resultados. As empresas usam SEO. Nada impede que um um profissional faça o mesmo para destacar seus blogs profissionais. Há alguns macetes tecnológicos, como programar o site para os buscadores, atualizar constantemente o conteúdo e fazer com que o maior número possível de sites inclua links para a sua página.

Fonte: revista Você S/A

Introdução ao PHP

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PHP

PHP é uma das linguagens mais usadas para desenvolvimento de sites, pela sua simplicidade e grande suporte por empresas de hospedagem.

Trabalhei com projetos em PHP durante 5 anos, onde grande parte deste tempo trabalhei com o programador Rafael Jaques, mantenedor do blog www.phpit.com.br.

Por isso pedi para o mesmo escrever um artigo sobre o assunto.

Valeu Jaques pela contribuição!

Olá amigos! Tudo jóia?

Primeiramente eu gostaria de me apresentar. Meu nome é Rafael Jaques, tenho 19 anos e programo em PHP há 5 anos. Meu intuito aqui hoje é explicar pra vocês o que é o PHP, para que serve e coisas interessantes que se pode fazer com ele!

O que é o PHP?

PHP é uma linguagem que permite criar sites WEB dinâmicos, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença de PHP com relação a linguagens semelhantes a Javascript é que o código PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas html puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Isso pode ser útil quando o programa está lidando com senhas ou qualquer tipo de informação confidencial.

O que diferencia PHP de um script CGI escrito em C ou Perl é que o código PHP fica embutido no próprio HTML, enquanto no outro caso é necessário que o script CGI gere todo o código HTML, ou leia de um outro arquivo.

O que pode ser feito com PHP?

Basicamente, qualquer coisa que pode ser feita por algum programa CGI pode ser feita também com PHP, como coletar dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies.

PHP também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bancos de dados, como dBase, Interbase, mSQL, MS SQL Server, MySQL, Oracle, Sybase, Firebird, PostgreSQL e vários outros. Construir uma página baseada em um banco de dados torna-se uma tarefa extremamente simples com PHP.

Além disso, PHP tem suporte a outros serviços através de protocolos como IMAP, SNMP, NNTP, POP3 e, logicamente, HTTP. Ainda é possível abrir sockets e interagir com outros protocolos.

Como surgiu o PHP?

A linguagem PHP foi concebida durante o outono de 1994 por Rasmus Lerdorf. As primeiras versões não foram disponibilizadas, tendo sido utilizadas em sua home-page apenas para que ele pudesse ter informações sobre as visitas que estavam sendo feitas. A primeira versão utilizada por outras pessoas foi disponibilizada em 1995, e ficou conhecida como “Personal Home Page Tools” (ferramentas para página pessoal). Era composta por um sistema bastante simples que interpretava algumas macros e alguns utilitários que rodavam “por trás” das home-pages: um livro de visitas, um contador e algumas outras coisas.

Em meados de 1995 o interpretador foi reescrito, e ganhou o nome de PHP/FI, o “FI” veio de um outro pacote escrito por Rasmus que interpretava dados de formulários HTML (Form Interpreter). Ele combinou os scripts do pacote Personal Home Page Tools com o FI e adicionou suporte a mSQL, nascendo assim o PHP/FI, que cresceu bastante, e as pessoas passaram a contribuir com o projeto.

Estima-se que em 1996 PHP/FI estava sendo usado por cerca de 15.000 sites pelo mundo, e em meados de 1997 esse número subiu para mais de 50.000. Nessa época houve uma mudança no desenvolvimento do PHP. Ele deixou de ser um projeto de Rasmus com contribuições de outras pessoas para ter uma equipe de desenvolvimento mais organizada. O interpretador foi reescrito por Zeev Suraski e Andi Gutmans, e esse novo interpretador foi a base para a versão 3.

Em maio de 2000 o PHP3 deu espaço para a versão 4, a qual foi revolucionária, pois o PHP começava a engatinhar na Orientação a Objetos.

Em 2004 foi lançado o PHP5, com melhoramentos na OOP e muitas outras adições.
Atualmente o PHP6 está no forno e parece não demorar muito mais para ficar pronto.

Conclusão

Embora seja uma linguagem de código-fonte aberto, o que gera discriminação por parte de alguns, PHP é uma ferramenta poderosa que possui diversos recursos e uma sintaxe simples e fácil de ser aprendida. Linguagem promissora que ainda tem muito pra dar.

Espero ter sido claro em todas as especificações acima e qualquer dúvida ou sugestão vocês podem me encontrar no PHPit!

Um grande abraço a todos e fiquem com Deus!
Rafael Jaques

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